Cristalina

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Presos são condenados por torturar e agredir outro detento até a morte na cadeia de Cristalina

Crime aconteceu em 2015. De acordo com a denúncia, réus agrediram com socos, murros, pedaços de madeira e obrigaram a vítima a fazer sexo oral em outro interno.

 

 

Seis presos foram condenados por envolvimento na morte de outro detento, que não teve o nome divulgado, dentro do Presídio de Cristalina, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a sentença, a vítima foi espancada, torturada e estuprada.

O júri aconteceu no Fórum de Cristalian. A sessão foi presidida pelo juiz Carlos Arthur Ost Alencar, do Juizado Cível e Criminal.

Foram condenados Andrey Pereira da Costa, Gelson Alves dos Santos, Marcondes José dos Santos, Reginaldo Almeida Silva, Tomaz Silva Mota e Eduardo da Cunha Silva.

O G1 não conseguiu localizar a defesa dos réus.

 

Agressão e tortura até a morte

 

De acordo com a denúncia, a vítima havia sido presa em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável e colocada na mesma cela que os réus. Ao saberem do motivo da prisão do novato, eles o agrediram.

No processo consta que Andrey, Gelson, Marcondes, Reginaldo e Tomaz deram socos, murros e bateram na vítima com um pedaço de madeira retirado de uma das camas da cela. Em seguida, o grupo amarrou um barbante no órgão genital do detento e o puxou. Os internos ainda obrigaram a vítima a praticar sexo oral e beijar outro detento.

Eduardo se envolveu no homicídio depois de o detento morrer na cela. Segundo a denúncia, o réu lavou o corpo da vítima com água, sabão e água sanitária para tentar esconder os vestígios do crime. Por isto, ele foi condenado apenas por fraude processual.

Após a decisão dos integrantes do Tribunal do Júri, o magistrado determinou as seguintes penas:

 

  • Andrey Pereira da Costa - 26 anos e 6 meses de prisão

  • Gelson Alves dos Santos - 23 anos e 9 meses de prisão

  • Marcondes José dos Santos - 20 anos e 3 meses de prisão

  • Reginaldo Almeida Silva- 30 anos e 2 meses de prisão

  • Tomaz Silva Mota- 22 anos e 6 meses de prisão

  • Eduardo da Cunha Silva - 1 ano e 8 meses de prisão

     

     

     

     

     

     

     

     

     

 

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