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Quadrilha cobrava até mil reais para falsificar documentos de veículos, em Goiânia

08/11/2018

Os criminosos foram presos na operação Cartório do Crime, realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA).

 Foto de divulgação

 

Uma associação criminosa que atuava falsificando documentos das mais variadas espécies, entre elas a de veículos, cobrando até mil reais pelo serviço, foi desarticulada por uma operação da Polícia Civil (PC) na manhã desta quinta-feira (8/11).

 

A Operação Cartório do Crime, realizada pela Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), executou, até agora, 10 mandados de prisão. Os criminosos atuavam em Goiânia e região metropolitana.

 

Aproximadamente 70 policiais civis participaram das diligências para o cumprimento de 10 mandados de prisão temporária e 17 mandados de busca e apreensão nas cidades goianas de Goiânia, Abadia de Goiás e Trindade.

 

Entre os presos estão os responsáveis pelas falsificações de documentos, além de despachantes e contadores que comercializavam os papéis falsos.

 

De acordo com o delegado Fábio Meirelles, responsável pelas investigações que já vinham acontecendo há cerca de oito meses, a quadrilha atuava falsificando todo tipo de documento: procurações, contratos, documentação de veículos e etc. Segundo o delegado, eles cobravam de R$ 100 a R$ 1.000 reais pelas falsificações, dependendo do documento.

 

Durante as buscas os policiais encontraram diversos documentos falsos, computadores, impressoras e outros instrumentos utilizados nas falsificações.

Participaram das diligências as equipes da DERFRVA, DENARC, DECON, GIH/2ªDRP, GT3, GOI e GPO.

 

Criminosos atuavam há mais de um ano

 

Ainda segundo informações do delegado Fábio, a associação criminosa já vinha atuando há mais de um ano. Os membros do grupo pegavam “encomendas” de falsificação de documentos em Goiânia e na região metropolitana da capital.

Segundo o delegado, os preços das falsificações variavam de acordo com o nível de dificuldade da fraude. Quanto mais difícil falsificar o documento encomendado, mais caro era.

 

Os 10 suspeitos foram presos e responderão por associação criminosa e falsificação documental. A pena para os dois crimes somados pode chegar a mais de 10 anos.

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