Adolescente de 16 anos saía de Goiânia para se prostituir em boate de Goianésia

Segundo a própria menor, ela havia saído de Goiânia com duas amigas e ido para a boate, que funciona como ponto de prostituição, no intuito de conseguir dinheiro com programas.

 FOTO DE ILUSTRAÇÃO

 

Uma adolescente de 16 anos, moradora de Goiânia, foi flagrada na noite da última segunda-feira (6/1) em uma boate de Goianésia, município a 176 quilômetros da capital. Segundo a própria menor, ela havia saído de Goiânia com duas amigas e ido para a boate, que funciona como ponto de prostituição, no intuito de conseguir dinheiro com programas.

Uma equipe da Polícia Militar chegou à boate, que funciona como ponto de encontro para prostituição, situada na GO-080, saída sul da cidade, após ser acionada pela Central de Operações da PM (Copom). No endereço em questão, os policiais deram apoio à equipe do Conselho Tutelar que apurava a denúncia recebida de que menores estariam realizando programas no estabelecimento.

Ao fazer a averiguação, os policiais e conselheiros tutelares confirmaram a presença de uma adolescente no local. A menor, de apenas 16 anos, ao ser questionada por que estava li, respondeu que havia saído de Goiânia com duas amigas e ido à boate com o objetivo de ganhar dinheiro com prostituição.

Após colher todas as informações, os policiais se deslocaram com os conselheiros e os demais envolvidos, inclusive a proprietária da boate, para a Delegacia de Polícia para que as providências cabíveis fossem tomadas.

 

Além de caso de prostituição de menores em boate de Goianésia, uma operação foi realizada em festa com “rodízio” de mulheres em Águas Lindas de Goiás

 

Em fevereiro do ano passado, o dono de uma casa de prostituição na cidade Águas Lindas de Goiás, Entorno do Distrito Federal, que pretendia oferecer aos clientes um rodízio sexual de mulheres teve seus planos frustrados e foi preso. A festa já estava com o 1º lote de ingressos esgotado, mas a PM conseguiu impedir o evento, que recebeu o nome de “Open Xeca”.

Segundo o subcomandante do 17º Comando Regional de Polícia Militar, o tenente-coronel Dakson Lima de Almeida, na época, o serviço de inteligência da Polícia Militar acompanhava as redes sociais e verificou que havia uma postagem de um local denominado Rancho do Patrão. Daí então, uma operação foi montada com 18 militares, equipes da fiscalização de atividade urbana da prefeitura e a Secretaria Municipal de Trânsito.

Ainda conforme a polícia, o suspeito, que não teve o nome divulgado, se reservou no direito de ficar calado. No entanto, as prostitutas contaram aos militares que receberiam R$ 300, cada, pela participação no evento. O restante do valor do ingresso ficaria como lucro do espaço de lazer. Na casa não havia menores de idade. DiaOnline

 

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