PM encontra laboratório de drogas de facção criminosa, em Aparecida

07/06/2020

Duas pessoas foram presas, sendo um homem de 24 anos e sua companheira, de 36.

 

Foto: Reprodução/ PM

 

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) encontrou um laboratório de drogas pertencente a uma facção criminosa, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

Conforme informações, o flagrante foi feito na madrugada deste domingo (7/6), após uma abordagem policial. Na ocasião, dois suspeitos foram presos, sendo um homem e sua companheira.

 

Como a PM encontrou laboratório de drogas de facção criminosa, em Aparecida

 

 

Um homem, de 24 anos, estava em um veículo na porta de uma residência, localizada na Rua dos Pavões, no Parque Floresta. Ao ser abordado, os militares encontraram drogas no carro e resolveram vistoriar dentro da casa.

Durante revista, ficou constatado que o local seria um laboratório de drogas que pertencia a uma facção criminosa paulista com ramificação em Goiás. Foram apreendidos produtos e máquinas que eram utilizados na transformação de cocaína.. Além disso, também foram encontradas 15 porções de entorpecente, três balanças de precisão, uma máquina de cartão de crédito e mais de R$ 2 mil em espécie.

Diante dos fatos, o homem e sua companheira, de 36 anos, foram presos e encaminhados para o 4º Distrito Policial de Aparecida de Goiânia, onde estão à disposição do Poder Judiciário. O carro também foi apreendido.

Foto: Reprodução/ PM
 
Quadrilha é investigada por fraude em boletos de taxa condominial, em Goiás

 

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou na quarta-feira (20/5), uma operação onde uma quadrilha é investigada por fraude em boletos de taxa condominial, em Goiás.

Conforme informações, a “Operação Boleto Trocado” tem como objetivo cumprir mandados de prisões temporárias e buscas e apreensões de membros de uma associação criminosa que, supostamente, praticava crimes de estelionato contra condomínios verticais.

Um grupo de oito pessoas é investigado por fazer troca de boletos de recebimento de taxa de condomínio. Os verdadeiros documentos eram retirados da caixa de correspondências dos moradores e substituídos por outros. Os boletos com código de barras falsos direcionavam os pagamentos para a associação criminosa. O caso segue sendo investigado. Dinake Nubia / DiaOnline

 

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